segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

uhhhh

solos de guitarra não vão me conquistar. e tenho dito.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

terapia de grupo


olá, meu nome bela e eu estou há quase um ano sem lamuriar.
























foto do creature comforts

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

quero porque quero porque quero!

ah, quanto querer
cabe em meu coração

fique claro: je detest djavan, mas esse elefantinho da tanto, me deixou um tanto o quanto afins: 




domingo, 20 de novembro de 2011

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“Estas coisas de que me lembro se passaram tempos depois.” É Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas. E diz respeito aos talhos que o tempo remove da dor, aos atalhos que criamos para o esquecimento, onde crescem os galhos da imaginação e também se rasgam as memórias criadas.

domingo, 6 de novembro de 2011

Aula de passarinho


James Jowers me ensinou a abrir generosamente os braços, retirando os calcanhares do chão. 
Foi ele quem desenhou como se projeta o peito para o mundo, as mãos espalmadas alcançando o céu e, de olhos fechados, como lançar a alma sem medo de choro ou riso. 
Depois dele, sou forte, exata, meio hippie desse jeito assim: peito, idéias, narinas, pernas abertas.
Agradeço a James Jowers pela graça alcançada.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Eu nasci de óculos




Imagens obtidas a partir de um search em nerd

terça-feira, 23 de agosto de 2011

pifei

tou toda embaralhada. que blefe!

























Rita Wainer
sempre me traduzindo. E bem.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Antes do café da manhã

hoje, acordei perto das 5h da manhã. gás e sono. letargia, alegria... uns sonhos.



voz, vídeo, carão: Marcelo Coutinho, da Paraíba para o meu coração e o mundo!
texto: meu

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

uma coisa no lugar da outra



Saiu na revista sueca Sheriffi. As fotos são do sensacional IIU Susiraja. Eu gostei. MUITO!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Sobre a naturalidade de uma rã no talo

Não darei aula de biologia, mesmo que meu casulo agora seja a Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Eu vim aqui é pra falar da vontade que tenho de ler só [e pra sempre] o Manoel de Barros. Isso mesmo: pro resto da vida, porque quando fico assim, vidrada, quero apenas e tão somente meu objeto afetivo. Sem cinismo: minha fidelidade é canina. Porque ele, o Manoel, faz tátil aquilo tudo que um dia eu sequer vislumbraria... E mesmo que o Houaiss o compare a São Francisco de Assis, "na sua humildade diante das coisas", sou o diabo duma arrogante, que certa feita julgou severamente um amigo que disse: "tenho urgência, sou órfão". E hoje, nessa pele, entendo que é isso aí: quem perde, ganha muito, quer mais, empurra o que não serve, puxa pra perto o que necessita. Quem se atrever a não atender um órfão, sabe o que o órfão faz? ELE GRITA! Ou vai ler "Compêndio para uso dos pássaros", que é o manual da vida. Abre lá e tá tudo dito, mas a gente destrói as regras, néam? Então que o meu amante da vez, o Manoel esse de Barros, foi "aparelhado para gostar de passarinhos". Ele quase atende por João-de-Barro e sabe que 

"no escritório de ser inútil
passo horas descascando palavras.
Vou até o caroço delas.
Ontem levei a palavra 'alma' para descascar.
Descobri que é uma palavra linda,
escura e de olhos baixos". 

Não sei muito bem escutar, deveria descascar menos bergamotas e mais palavras, não tem passarinho gorjeando, alma é algo que aprendi a não negociar, mas sei que quero viver com essa ventania toda à la Scarlet O'Hara e deixar o Jeneci no repeat ad eternum porque meu coração é uma batedeira e faz tempo, tempo, tempo... Ó, BEM GRANDÃO ASSIM DE TEMPO que eu esqueci o jeito de me portar.

Não quero voltar pra casa, nem pro bar. Mudei a medicação e já não acredito em deus nem nos orixás, mas na psicanálise e nas drogas prescritas. Melhor mãe medicada que filha chapada. Mãe de mim, que esse mundo filho de uma puta levou e nem me deu tempo de chorar direito, mas não é coitadismo, não... "se fosse fácil não era pra ti",  disse meu melhor amigo hetero e irmão de alma e astro bússola e até mesmo mãe, em tom de elogio, porque ele sabe que com a gente a adaga voa afú!

Feito Manoel de Barros, 

"nasci para administrar o à-toa
o em vão
o inútil.
Pertenço de fazer imagens.
Opero por semelhanças".
 

Uma coisa é fato, dessas vontades todas: 

"Preciso de obter sabedoria vegetal.
(Sabedoria vegetal é receber com naturalidade uma rã no talo.)
E quando esteja apropriado para pedra, terei também
sabedoria mineral".

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dei um search em saudade

Saudade (singular) or saudades (plural) (pronounced [sɐ.uˈdaðɨ] or [sawˈdaðɨ] in Portuguese,[1] is a Portuguese language word difficult to translate adequately, which describes a deep emotional state of nostalgic longing for something or someone that one was fond of and which is lost. It often carries a fatalist tone and a repressed knowledge that the object of longing might really never return. (N do A.: essa é a pior parte).


tags: #pai #mae #e #só

quinta-feira, 28 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

autofagia

o joão cabral de melo neto tá me ajudando a deglutir esse angu que é a vida:
o amor comeu minha paz e minha guerra. meu dia e minha noite. meu inverno e meu verão. comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.